terça-feira, 7 de novembro de 2017

Homem é preso após abusar jovens sexualmente e divulgar vídeos

Ele se passou por promotor de eventos para atrair as garotas de 17 e 18 anos
O suspeito ameaçava as jovens de morte, com fotos em que aparece armado, para que elas não fizessem as denúncias / Foto: Reprodução/TV Jornal
O suspeito ameaçava as jovens de morte, com fotos em que aparece armado, para que elas não fizessem as denúncias
Foto: Reprodução/TV Jornal
JC Online
Com informações da TV Jornal
Um homem suspeito de abusar jovens sexualmente, e divulgar o vídeo do ato criminoso em sites pornográficos, foi preso na última sexta-feira (3) em Olinda. Uma adolescente de 17 anos e uma jovem de 18 anos denunciaram que foram vítimas dos estupros após a prisão de Cleyton Barbosa dos Santos Junior, conhecido como Coquinho. Ele se passava por promotor de eventos para atrair as garotas profissionalmente. O crime ocorreu há cerca de um ano, em um apartamento de um amigo do suspeito no Recife, que também teria participado do ato.
De acordo com as vítimas, o Cleyton abordou as duas dentro de uma casa de shows na beira-mar de Olinda, na Região Metropolitana do Recife (RMR). Ele dizia ser promotor da festa, e teria oferecido a elas uma bebida com um comprimido dentro. Após isso, o suspeito teria oferecido ainda uma substância branca em pó para dopar as meninas.
Ainda de acordo com as garotas, no apartamento, os dois suspeitos estupraram as duas. Em seguida vídeos com imagens do ato foram divulgados nas redes sociais. Segundo as jovens, Cleyton costumava ameaçá-las enviando fotos armado para elas, caso houvesse denúncia. "Ele dizia que sabia aonde a gente morava, e que se soubesse das denúncias ia nos matar", disse uma das vítimas. Elas ainda relatam que outras jovens foram vítimas dos abusos sexuais. Os vídeos ilegais divulgados pelo detento ainda não foram tirados da internet.


Prisão

O mandado de prisão preventiva contra Cleyton, foi expedido pela 2ª Vara Criminal de Olinda. A defesa do suspeito foi até o fórum de Olinda e pediu para verificar o auto de prisão para que fosse realizada a revogação da prisão. Porém não foi possível, pois o forúm está realizando apenas trabalhos internos, de modo que a defesa do suspeito deve tentar novamente a revogação na semana que vem.
Os advogados de Cleyton Barbosa alegam que não há como provar que ele tenha cometido os abusos sexuais contra as jovens, pois o vídeo divulgado em sites pornográficos não mostra nenhuma violação contra elas.

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