sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Terrorismo

Suspeito-chave de atentados de Paris diz não se envergonhar


AFP
Atentados de Paris deixaram mais de 130 mortos em outubro de 2015 / Foto: AFP
Atentados de Paris deixaram mais de 130 mortos em outubro de 2015Foto: AFP
O francês Salah Abdeslam, único sobrevivente do comando que lançou os atentados de 13 de novembro de 2015 de Paris, confessa em uma carta que não se envergonha de ser quem é, publicou nesta sexta-feira (13) o jornal Liberation. A carta é dirigida a uma mulher que envia cartas a ele endereçadas à prisão de Fleury-Merogis (sul de Paris), onde está detido desde 27 de abril.

Salah Abdeslam sempre se negou a falar ante os juízes. "Mas, em uma carta, sem data, integrada ao processo da instrução em 11 de outubro, se mostra pela primeira vez bastante loquaz", escreve o Liberation, que publica extensos trechos. "Eu te escrevo sem saber por onde começar, recebi o conjunto de suas cartas e não posso dizer se gosto ou não delas, o que é certo é que me permitem passar um pouco de tempo com o mundo exterior", afirma Abdeslam.
Com letra pequena e regular, ressalta o Liberation, Salah Abdeslam prossegue: "em primeiro lugar, não tenho medo de deixar algo escapar porque não me envergonho do que sou - além disso, que coisa pior poderiam dizer de mim além do que já disseram".
"Você é sincera, então também vou ser, se te pergunto sobre suas intenções era para garantir que não me ama como se fosse uma 'estrela ou um ídolo', porque recebo cartas assim e não aceito isso, já que o único que merece ser adorado é Alá, Senhor do universo", escreve.
Segundo o jornal, Abdeslam é destinatário de muitas correspondências e teria respondido apenas a esta mulher, cuja última carta foi enviada a partir do oeste da França. "Não busco nem me elevar em terra, nem cometer desordem, só quero a reforma, sou muçulmano, ou seja, submetido a Alá", acrescenta.
A carta foi confiscada no dia 11 de outubro, véspera do dia no qual os advogados do detido, Frank Berton e Sven Mary, anunciaram que renunciavam a defender Abdeslam devido ao silêncio de seu cliente, afirma o Liberation. Desde então, o único membro com vida dos comandos extremistas de 13 de novembro de 2015 enfrenta sozinho a justiça, já que não é exigida a presença de um advogado durante a instrução, embora deverá ter um, escolhido por ele ou de ofício, no futuro julgamento pelos atentados de Paris que deixaram 130 mortos.
Não se sabe o papel exato que este homem desempenhou nos atentados de 13 de novembro, nos quais 130 pessoas morreram e que foram reivindicados pelo grupo extremista Estado Islâmico. Os investigadores suspeitam que era responsável pela logística dos ataques, que foram planejados a partir de Bruxelas.
Consequência

Comerciantes de Manaus relatam queda no movimento após mortes em presídios


ABr
Tradicionais pontos de comércio da capital amazonense têm queda no movimento após a crise na segurança pública  / Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Tradicionais pontos de comércio da capital amazonense têm queda no movimento após a crise na segurança públicaFoto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

A Avenida Marechal, em Manaus - essencialmente comercial, com lojas, restaurantes populares e camelôs - parece cheia para qualquer visitante desavisado. Segundo alguns comerciantes, no entanto, o movimento caiu em razão do medo da violência após as mortes em presídios e fugas de detentos.

Vanda de Souza, 54 anos, tem um comércio no local e costumava fechar às 19h30, mas tem mudado de hábito e voltado para casa cerca de duas horas mais cedo. “Tem que ir mais cedo para casa. Eu ia às 7h, 7h30; agora estou indo às 17h, 17h30. Até as lojas estão fechando um pouco mais cedo. Um motivo é a queda do movimento e outro é por estar perigoso demais”.

Por volta das 13h, o número de lojas abertas e, principalmente, de camelôs na rua dá a impressão de comércio cheio, mas a dona de uma banca de revistas do local, Aldenice Barbosa, 66 anos, confirma a queda no movimento. “Não mudei minha rotina, não mudei nada. Mas mudou o movimento, caiu muito”.

Segundo ela, na última sexta-feira (6) correu entre os comerciantes a notícia de que um arrastão ocorria na região. Muitas lojas fecharam as portas, seguidas por Aldenice, mas ela não confirma o arrastão . “Disseram que ia ter arrastão, aí eu fechei, porque não tinha nenhuma loja aberta, não tinha ninguém na rua. Mas não vi nada”.

Cíntia Soares, 36 anos, vende sorvete em casquinha na rua do centro de Manaus. A rotina não mudou, mas a sensação é de insegurança. “A gente tem que trabalhar, senão como vai sobreviver?”. Ela reclama da falta de polícia nas ruas da capital. “Os policiais deviam rodar de bairro em bairro, mas eu não vejo isso”.

Críticas à indenização

Outro assunto comentado nas ruas de Manaus é a indenização que será paga às famílias dos mortos no massacre do início do mês, no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj). Todos os manauaras têm sua opinião e, em geral, o tom é de reprovação.

“Eu acho um absurdo uma coisa dessa”, disse Vanda. O office boy Breno Júnior, 19 anos, lembra que os presos eram responsabilidade do Estado, que deveria zelar por eles, mas nem esse raciocínio o convence de que a medida é justa. “Tudo bem que estavam sob a responsabilidade do Estado, mas acredito que [as famílias dos mortos] não mereçam [a indenização]. Tem muito cidadão morrendo na rua na mão de bandido”.

Dos entrevistados, apenas Cíntia concorda com a indenização. “Eu acho que o governo tem que pagar sim. Acho justo porque se um filho está preso lá, o Estado tinha a responsabilidade de zelar por ele”.

Aldenice conhece a triste realidade de uma vítima do crime. Ela teve um filho assassinado e demonstra indignação ao comentar a indenização. “Absurdo. Quantos pais de família não mataram e não houve indenização? Eu tive um filho assassinado e a mulher dele ficou gestante de quatro meses e com uma menina de três anos nos braços. Nunca chegou ninguém na porta dela para perguntar se ela estava precisando de alguma coisa”.
Violência

Segurança é assassinado a tiros na frente de farmácia em Caruaru


NE10 Interior
Crime aconteceu em frente a uma farmácia no bairro Panorama / Foto: reprodução/TV Jornal
Crime aconteceu em frente a uma farmácia no bairro PanoramaFoto: reprodução/TV Jornal

Um segurança foi assassinado na noite dessa quinta-feira (12) em frente a uma farmácia no bairro Panorama, em Caruaru, no Agreste de Pernambuco.
De acordo com a Polícia Militar, José Elinando da Silva, 32 anos, estava na frente do estabelecimento quando dois homens chegaram em uma moto. Um deles desceu, ainda com o capacete, e efetuou cinco disparos contra a vítima; quatro na cabeça e um na mão.
O segurança não resistiu aos ferimentos e morreu no local. Ainda de acordo com a polícia, a vítima não tinha passagem criminal.
Não há informações sobre o que teria motivado o crime, nem sobre a identidade dos suspeitos, que fugiram em seguida. O corpo do segurança foi levado para o Instituto de Medicina Legal (IML).
As câmeras de segurança do estabelecimento registraram o assassinato e podem contribuir para as investigações. O caso será investigado pela Polícia Civil.

Noite violenta

A noite dessa quinta-feira (12) foi violenta em Caruaru, com dois homicídios registrados. O outro crime aconteceu no bairro Santa Rosa, quando Bruno José dos Santos, 20 anos, foi atingido por vários disparos e não resistiu. Uma adolescente de 17 anos também ficou ferida e foi levada para o Hospital Regional do Agreste (HRA). Com estes dois crimes de morte, a cidade já soma nove homicídios desde o dia 1º de janeiro.
2016

Inflação entre idosos fecha 2016 em 6,07%, abaixo da média global do país


ABr
Inflação para as pessoas da terceira idade encerrou 2016 com alta acumulada de 6,07% / Foto: arquivo/EBC
Inflação para as pessoas da terceira idade encerrou 2016 com alta acumulada de 6,07%Foto: arquivo/EBC

O Índice de Preços ao Consumidor da Terceira Idade (IPC-3i), que mede a variação da cesta de consumo de famílias majoritariamente compostas por indivíduos com mais de 60 anos de idade, registrou no quarto trimestre de 2016 variação de 0,93%.
Com o resultado, a inflação para as pessoas da terceira idade fechou 2016 com alta acumulada de 6,07%, resultado menor do que a inflação acumulada para a totalidade do país (IPC-BR), que foi de 6,18%.

Os dados relativos ao Índice de Preços ao Consumidor da Terceira Idade foram divulgados hoje (13), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Economia, da Fundação Getulio Vargas (Ibre-FGV). Indicam que, na passagem do terceiro trimestre de 2016 para o quarto trimestre, a taxa do IPC-3i acusou alta de 0,26 ponto percentual, passando de 0,67% para 0,93%.

Segundo a FGV, seis das oito classes de despesa componentes do índice registraram alta em suas taxas de variação. A principal contribuição partiu do grupo Transportes, cuja taxa foi de 0,22% para 2,37%. O item que mais influenciou o comportamento dessa classe de despesa foi gasolina, que variou 3,28%, no quarto trimestre, depois de ter fechado com deflação (inflação negativa) de -1,79% no período anterior.

Preços em alta

Contribuíram também para a alta da inflação entre um período e outro os grupos Alimentação (de -0,22% para 0,31%), Educação, Leitura e Recreação (1,34% para 2,66%), Despesas Diversas (0,39% para 1,54%), Comunicação (0,52% para 1,03%) e Vestuário (0,31% para 0,75%).

Em contrapartida, apenas o grupo Habitação anotou queda de preços entre os dois trimestres, ao passar de 0,72% para uma inflação negativa de 0,16%, influenciado pelo item tarifa de eletricidade residencial, que foi de -2,69% para -6,25%.

Já o grupo Saúde e Cuidados Pessoais repetiu a taxa de variação da última apuração: 1,82%. As principais influências em sentido ascendente e descendente partiram dos itens salão de beleza (0,90% para 2,48%) e artigos de higiene e cuidado pessoal (2,76% para 1,85%), respectivamente.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Tradição

Queima da Lapinha encerrará ciclo natalino no Recife e em Olinda


NE10
Enquanto a Lapinha é queimada, o público joga seus pedidos no fogo, na esperança de que sejam atendidos / Foto: Inaldo Menezes/Divulgação
Enquanto a Lapinha é queimada, o público joga seus pedidos no fogo, na esperança de que sejam atendidosFoto: Inaldo Menezes/Divulgação
O Ciclo Natalino do Recife se encerra nesta sexta-feira (6), com a Queima da Lapinha. Pelo menos 14 pastoris acompanhados por Mendes e sua Orquestra vão participar da festa religiosa no Pátio de São Pedro, centro da capital pernambucana. O cortejo está marcado para sair às 18h do Pátio do Carmo, também no centro.

A procissão, que será acompanhada por uma orquestra, segue até o destino com a condução da lapinha e a imagem do menino Jesus. Participam do cortejo os pastoris: Lindas Ciganas, Estrela do Mar, Infanto juvenil da Tia Nininha, Infanto Juvenil Giselly Andrade, Infanto Juvenil Estrela Brilhante de Água Fria, Infanto Juvenil da UR-3 Ibura, Rosa Mística dos Torrões, Estrela Guia do Recife, Estrela Dalva, Viver a Vida, Sonho de Uma Adolescente, Campinas Alegres, Jardim da Alegria, Tia Nininha da Terceira Idade, além dos reisados Imperial e Guerreiro do Sol Nascente.
Já em Olinda, a festa vai acontecer na Casa da Rabeca, marcando também o encerramento do ciclo natalino. A Festa de Reis ainda contará com a participação de diversas atrações culturais, além da tradicional queima da lapinha. O evento está programado para começar às 18h. A entrada é gratuita.

Ritual da Queima da Lapinha

A lapinha é feita de folhagens secas e incensos. Antes da queima, a imagem do Menino Jesus é retirada para que ela seja entregue de presente a um homenageado. Logo em seguida, a lapinha é queimada, enquanto o público presente joga seus pedidos no fogo na esperança de que eles sejam atendidos ao longo do ano. Concluída a cerimônia é hora de celebrar o ano-novo e entrar no clima do Carnaval pernambucano.
O ritual é uma tradição trazido por jesuítas ao Brasil no século 19. Segundo historiadores, a Lapinha simboliza a manjedoura onde nasceu o Menino Jesus. Além de ser um rito de despedida do ciclo natalino, a cerimônia abre caminho para as festividades do Carnaval. 
Marcelo Varella, assessor técnico da Fundação de Cultura Cidade do Recife e coordenador do evento, explica que o caráter “evangelizador” ganhou novos elementos na região Nordeste do País. “Com o passar do tempo foram agregadas à tradição religiosa as manifestações populares do Reisado e o Pastoril”, completa.
Imunização

Morte por febre amarela leva governo a reforçar recomendação de vacina


Estadão Conteúdo
A recomendação feita pela OMS é de se aplicar apenas uma dose da vacina durante a vida / Foto: Agência Brasil
A recomendação feita pela OMS é de se aplicar apenas uma dose da vacina durante a vidaFoto: Agência Brasil
A morte de um homem no dia 26 de dezembro em Ribeirão Preto, interior de São Paulo, provocada pela febre amarela levou o Ministério da Saúde a reforçar a recomendação para que pessoas residentes em áreas consideradas de risco estejam em dia com a vacina contra a doença. O óbito, confirmado nesta quarta-feira, 4, pela prefeitura da cidade, foi de um homem de 52 anos, morador da região próxima da Mata de Santa Tereza. Ele não estava vacinado e buscou atendimento médico dia 22 de dezembro.


Na região, também foi identificada a morte de macacos provocada pela febre amarela, um sinal que sempre coloca em alerta autoridades sanitárias, por ser indicativo de volta de circulação do vírus em áreas silvestres.

O ciclo silvestre de transmissão do vírus de febre amarela se estabelece com primatas não humanos e mosquitos. Todas as vezes em que a ocorrência em animais é identificada, há um alerta para se reforçar as medidas de proteção entre humanos, por meio da vacinação.

Em nota, o Ministério da Saúde afirmou que, diante dos primeiros casos suspeitos da doença em macacos registrados ano passado em São Paulo, o Ministério da Saúde reforçou a colaboração com a vigilância estadual. De acordo com a pasta, atualmente 70% da população da cidade de Ribeirão Preto está vacinada contra a febre amarela.

Recomendação

A recomendação feita pela Organização Mundial de Saúde é de se aplicar apenas uma dose da vacina durante a vida. No Brasil, no entanto, a recomendação é de que sejam dadas duas doses. A vacinação também deve ser feita em pessoas que se destinem a regiões consideradas de risco. Além da imunização, pessoas que planejam turismo rural devem adotar outras medidas como usar durante os passeios sapato fechado, camisa de manga longa e calça comprida e repelentes.

Pacientes com doenças que comprometam o sistema imunológico devem procurar o médico para saber se a vacinação é indicada.

Transmitida por vírus, a febre amarela provoca calafrios, dor de cabeça, dores nas costas e no corpo, náuseas e vômitos, fadiga e fraqueza. Em casos graves, a pessoa pode desenvolver febre alta, coloração amarelada da pele e do branco dos olhos), hemorragia e, eventualmente, choque e insuficiência de múltiplos órgãos. Cerca de 20-50% das pessoas desenvolvem doença grave, podendo vir a óbito.
Intervenção

PGR abre investigação sobre sistema carcerário em PE e mais 3 estados


Agência Brasil
O País já responde ao Sistema Interamericano de Direitos Humanos por violações nas unidades prisionais / Foto: Edmar Melo/ Acervo JC Imagem
O País já responde ao Sistema Interamericano de Direitos Humanos por violações nas unidades prisionaisFoto: Edmar Melo/ Acervo JC Imagem
A Procuradoria-Geral da República (PGR) vai apurar o quadro do sistema carcerário do Amazonas, Rio Grande do Sul, de Pernambuco e Rondônia. A entidade poderá, inclusive, propor ao Supremo Tribunal Federal (STF) a intervenção federal na gestão carcerária desses estados. Os governadores dos quatro estados, além do ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, serão oficiados e deverão prestar informações à PGR.


O procurador-geral da República em exercício, Nicolao Dino, instaurou os procedimentos administrativos para investigar possíveis descumprimentos de normas constitucionais e infraconstitucionais. O Brasil é signatário de instrumentos internacionais de direitos humanos, como a Convenção Americana sobre Direitos Humanos (Pacto de São José da Costa Rica), e a PGR vai investigar se houve descumprimento desses acordos.

O Estado brasileiro já responde ao Sistema Interamericano de Direitos Humanos por violações nas unidades prisionais do Rio Grande do Sul (Presídio Central de Porto Alegre), Rondônia (Urso Branco), Pernambuco (Aníbal Bruno) e Maranhão (Pedrinhas), além de São Paulo (Parque São Lucas).

Confronto em presídio de Manaus

No último domingo (1º) e na segunda-feira (2), facções criminosas entraram em confronto no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), em Manaus, totalizando 56 mortes, e mais quatro assassinatos de presos no Instituto Penal Antônio Trindade (Ipat), conhecido como Piraquequara. O incidente levou o ministro da Justiça a Manaus, onde se reuniu com autoridades do governo local. Nessa viagem, ficou acertada a transferência de lideranças de facções criminosas para presídios federais.
Por meio de nota, o Governo de Pernambuco informou que "não é omisso e nem falseia a realidade desafiadora". Além disso, a gestão estadual reconhece a situação do sistema prisional e diz que vem tomando medidas para corrigir as deficiências existentes.

Leia a nota na íntegra:

O Governo de Pernambuco estranha a iniciativa do procurador-geral da República em exercício em instaurar procedimento administrativo para apurar a situação do sistema penitenciário de Pernambuco, visando “propositura de intervenção federal”. Trata-se de uma decisão desnecessária e equivocada.

O Governo do Estado reconhece o problema do sistema prisional pernambucano e vem tomando todas as providências para corrigir as deficiências existentes – inclusive com a participação do Ministério Público Federal. O Governo de Pernambuco não é omisso e nem falseia a realidade desafiadora.

Foram criadas, 1.374 vagas nos últimos dois anos, com a previsão de mais 3.954 vagas até o final de 2018. Além disso, foram realizadas obras de recuperação e modernização de unidades prisionais já existentes, visando melhorar a condição dos reeducandos e também a segurança do sistema.

Os problemas do sistema prisional brasileiro são sérios e é preciso que sejam tratados com mais responsabilidade e menos pirotecnia.